Hospedagem e domínio: qual a melhor escolha para seu site?

hospedagem

Estamos em 2018 e quem, de alguma forma, não está online, está perdendo a chance de ter um alcance maior ao seu público-alvo ou, em termos mais radicais, está perdendo mercado e correndo risco de sumir.

Para muitos, o preço é o que o afasta de ingressar na era digital, porém deve-se levar em conta as tecnologias usadas e a finalidade de seu site – quanto mais complexo, mais o valor do projeto tende a aumentar. Isso não significa que um site mais simples não atraia clientela, além de dar um ar mais profissional ao seu negócio.

Além de tudo isso, na hora de tornar o seu site público é necessário que se escolha um (ou mais) domínio e uma hospedagem.

O processo de criação de um site

ATENÇÃO: esse artigo possui um glossário de termos ao final do mesmo.

A criação de um site é um processo que envolve tempo, conhecimento e dedicação. Diferente de muitas áreas, a tecnologia da informação está em ampla expansão. As tecnologias disponíveis hoje podem se tornar obsoletas amanhã e isso não é nada absurdo: tudo isso tendo a facilitar para quem desenvolve, para o cliente e para os webhosters1. As atualizações são constantes e, para quem resolve seguir carreira na área, precisa se atualizar na mesma velocidade – conhecimento nunca é demais e no caso do TI é essencial.

Os websites são desenvolvidos usando uma linguagem de marcação de texto conhecida pela sigla HTML, que teve sua primeira versão lançada em 1991. Atualmente o HTML está na versão 5.2, ou seja, em 27 anos a linguagem teve, ao menos, uma grande atualização a cada 5 anos. Essas atualizações possibilitaram que os sites deixassem de ser baseado em texto estático e oferecessem interatividade, movimento, cores… Mas, ele não está sozinho.

A importância da marca

Se ter um site é algo que pode alavancar a sua ideia para o mundo, uma marca é o ponto inicial desse trajeto. E quando eu digo “marca” não estou me referindo apenas a um nome, mas às cores escolhidas, a tipografia e o layout dos elementos que irão formá-la. Se todas essas coisas juntas forem boas, bem feitas, chamarem a atenção, irão marcar as pessoas – o público alvo – e é esse o objetivo. Temos vários exemplos disso: se eu cito dois arcos dourados que formam a letra “m” maiúscula fica evidente a qual marca estou me referindo. E as letras brancas desenhadas formando o nome da marca de refrigerantes sobre um fundo vermelho? Está óbvio não é? E eu nem precisei falar os nomes desses produtos: isso é uma marca.

Quando você começa a desenvolver uma marca tenha em mente o público a qual quer atingir. Cores específicas lembrarão produtos específicos. O laranja, o amarelo e o vermelho, por exemplo, são cores que incitam a fome, ou seja, são ideias para marcas de alimentos, restaurantes e lanchonetes. Curiosamente (ou não), cores presentes nas marcas citadas anteriormente. Tons pasteis são mais indicados para produtos direcionados à bebês e crianças em idade pré-escolar – já para crianças a partir de 7 anos vale tudo, quanto mais chamativo mais atrairá. Enfim, existem muitas cores e cada uma delas terá um maior impacto em determinado produto.

A revolução digital é online

Olá, sejam bem-vindos ao meu blog.

Vivemos em uma era onde a tecnologia avança mais a cada dia. E isso tem dois pesos: com a evolução nossa vida tende a ficar melhor – as facilidades aumentam, o que antes demandaria um trabalho maior agora pode ser feito em poucos segundos, assim sobra mais tempo para outras atividades (em suma pode-se dizer que essa evolução faz com que o dia cada vez seja maior e mais aproveitável); por outro lado, o consumo desenfreado de bens não reaproveitáveis faz com que o acúmulo de lixo eletrônico se torne um problema, porém isso é um assunto que vem sendo discutido e tendo um certo destaque na política de descarte de variados tipos de lixo (há inúmeros projetos e cooperativas focadas especificamente nessa área).